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Responsabilidade técnica nos conteúdos também é ética profissional

Temos acompanhado cada vez mais conteúdos sobre normas, requisitos e sistemas de gestão circulando por aqui, no Linkedin.

E é alarmante: a preocupação só cresce.

 

Normas técnicas não são opinião.

Requisitos não são “achismos”.

Interpretação não é invenção.

 

Virou uma vitrine onde muita gente:

- fala o que “dá like”, não o que é tecnicamente correto.

- simplifica norma complexa de forma irresponsável.

- cria medo pra vender curso.

- inventa exigência que não existe.

- distorce requisito pra parecer especialista.

 

E quem estuda, se atualiza, lê norma, participa de consulta pública, conversa com auditor, com indústria… fica com aquela sensação de: o que estão ensinando para as pessoas?

 

Quando falamos de sistemas de gestão, certificações, conformidade legal, melhoria contínua, estamos falando de:

- saúde pública

- riscos reais

- responsabilidade civil e criminal

- impacto direto nas empresas e nas pessoas

 

Simplificar demais, distorcer requisitos ou criar exigências que não existem apenas para vender cursos ou consultorias não é estratégia de marketing. É desinformação.

 

Quem trabalha com indústria sabe: norma se estuda, requisito se interpreta com base técnica, auditoria se prepara com método, sistema se constrói com consistência.

 

Existe uma diferença enorme entre produzir conteúdo e formar profissionais.

 

O compromisso da GMC sempre foi — e continuará sendo — com a interpretação correta das normas, com a aplicação prática na indústria e com a ética profissional que esse mercado exige.

Entregamos:

- interpretação correta de norma

- visão prática de indústria

- experiência real

- responsabilidade técnica

 

Porque credibilidade se constrói com conhecimento.

E responsabilidade técnica não é opcional.

 
 
 

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