Responsabilidade técnica nos conteúdos também é ética profissional
- Gisele Mutti Capiotto

- 21 de jan.
- 1 min de leitura
Temos acompanhado cada vez mais conteúdos sobre normas, requisitos e sistemas de gestão circulando por aqui, no Linkedin.
E é alarmante: a preocupação só cresce.
Normas técnicas não são opinião.
Requisitos não são “achismos”.
Interpretação não é invenção.
Virou uma vitrine onde muita gente:
- fala o que “dá like”, não o que é tecnicamente correto.
- simplifica norma complexa de forma irresponsável.
- cria medo pra vender curso.
- inventa exigência que não existe.
- distorce requisito pra parecer especialista.
E quem estuda, se atualiza, lê norma, participa de consulta pública, conversa com auditor, com indústria… fica com aquela sensação de: o que estão ensinando para as pessoas?
Quando falamos de sistemas de gestão, certificações, conformidade legal, melhoria contínua, estamos falando de:
- saúde pública
- riscos reais
- responsabilidade civil e criminal
- impacto direto nas empresas e nas pessoas
Simplificar demais, distorcer requisitos ou criar exigências que não existem apenas para vender cursos ou consultorias não é estratégia de marketing. É desinformação.
Quem trabalha com indústria sabe: norma se estuda, requisito se interpreta com base técnica, auditoria se prepara com método, sistema se constrói com consistência.
Existe uma diferença enorme entre produzir conteúdo e formar profissionais.
O compromisso da GMC sempre foi — e continuará sendo — com a interpretação correta das normas, com a aplicação prática na indústria e com a ética profissional que esse mercado exige.
Entregamos:
- interpretação correta de norma
- visão prática de indústria
- experiência real
- responsabilidade técnica
Porque credibilidade se constrói com conhecimento.
E responsabilidade técnica não é opcional.




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